Numa noite qualquer
num lugar comum
eu tento camuflar
escondo a qualquer um
a alegria de sentir
ver teus olhos a brilhar
e a tua boca a sorrir.
Escondo,
mas não tinha de o fazer
oiço tudo o que me dizem
mas mesmo sem querer
não digo o que penso
mas penso em não sofrer.
Sofro,
de certeza que não,
por aquilo que vejo
não vou voltar a sofrer
para aceder a um desejo.
Poderei ate estar errado
mas uma certeza eu tenho
gostava de te ter,
não só pelo prazer,
mas para mais uma vez eu ver
que estava enganado.
Não me quero enganar
muito menos sofrer
tenho o direito de amar
mas como nao te quero perder
fico me pelo silencio
e continuo a sonhar...........
Nota: escrito sóbrio( facto que me preocupa)
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Estava eu no verão de 2008 na minha terra que é Albufeira no algarve, num daqueles dias que me parecia que a unica soluçao era a fuga.
Fugi, fui até a praia da Galé onde no bar das pedras amarelas decidi entrar em órbita. Eram quase 17 H e o sol estava forte , a sagria de espumante apuderou se de mim e deu me para escrever.
Eis o resultado,
A ver o mar , tou sozinho
sem um rumo não axo o caminho
procuro a minha alegria
refundo me atras de uma sangria.....
A ver o mar calmo e imenso
escrevo aquilo que sinto
digo tudo o que penso
a ver o mar
ai esse mar meu amigo
das me força sonho contigo
dei por mim a sonhar
talvez uma miragem
acordei a reparar q era uma barragem
Não Basta nao kero mais
agora quero viver
quero curtir demais
sem stress sem nexo
apenas alcool droga e sexo
A ver o mar essa imensidão
as ondas a bater e eu sem pensar
apenas continuo a beber
A ver o mar enquanto o sol sorri
eu escrevo,eu choro,eu espero por ti
A VER O MAR....
relembro que foi escrito sob excelentes condições etílicas e com algumas substancias ditas menos legais a sondar pelos neuronios.
Fugi, fui até a praia da Galé onde no bar das pedras amarelas decidi entrar em órbita. Eram quase 17 H e o sol estava forte , a sagria de espumante apuderou se de mim e deu me para escrever.
Eis o resultado,
A ver o mar , tou sozinho
sem um rumo não axo o caminho
procuro a minha alegria
refundo me atras de uma sangria.....
A ver o mar calmo e imenso
escrevo aquilo que sinto
digo tudo o que penso
a ver o mar
ai esse mar meu amigo
das me força sonho contigo
dei por mim a sonhar
talvez uma miragem
acordei a reparar q era uma barragem
Não Basta nao kero mais
agora quero viver
quero curtir demais
sem stress sem nexo
apenas alcool droga e sexo
A ver o mar essa imensidão
as ondas a bater e eu sem pensar
apenas continuo a beber
A ver o mar enquanto o sol sorri
eu escrevo,eu choro,eu espero por ti
A VER O MAR....
relembro que foi escrito sob excelentes condições etílicas e com algumas substancias ditas menos legais a sondar pelos neuronios.
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